PPGSP marca presença no 1º Encontro Nordeste de Saúde da Família

O Grupo de Pesquisa em Doenças Tropicais Negligenciadas, do Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da Universidade Federal do Ceará, e a Liga Acadêmica em Doenças Estigmatizantes da UFC marcam presença, através de um estande, no 1º Encontro Nordeste de Saúde da Família.

Uma realização da Secretaria da Saúde do Ceará, do Ministério da Saúde, através da Fundação Oswaldo Cruz, e do Conselho Estadual de Saúde do Ceará, o evento segue até esta sexta-feira (15), no Centro de Eventos do Ceará, com a discussão sobre o Sistema Único de Saúde (SUS).

A participação do grupo e da liga da Faculdade de Medicina da UFC ocorre em parceria com a organização social holandesa Netherlands Hanseniasis Relief (NHR) – Escritório Brasil e a organização social Universidades Aliadas por Medicamentos Essenciais (UAEM Brasil). O objetivo dessa articulação foi apresentar o cenário das doenças tropicais negligenciadas (DTN) no País, como doença de Chagas, esquistossomose, hanseníase e leishmaniose.

No estande da UFC estão sendo desenvolvidas ações educativas para o público sobre a temática através de jogos, filmes, panfletos e uma mandala do conhecimento. Além de fomentar o processo de aprendizagem dentro de um ambiente de discussões científicas, essas estratégias educacionais favorecem a socialização dos aspectos clínicos e epidemiológicos das doenças negligenciadas.

Nessa atividade participam cinco mestrandos e dois doutorandos dos Programas de Pós-Graduação em Saúde Pública e em Patologia, seis graduandos do Curso de Enfermagem, seis membros da Liga em Doenças Estigmatizantes e três membros do Grupo de Pesquisa em Doenças Tropicais Negligenciadas da UFC.

Estão ainda presentes membros da NHR e da UAEM Brasil, além dos docentes Alberto Novaes Ramos Júnior e Jaqueline Caracas Barbosa, do Departamento de Saúde Comunitária da UFC.

DOENÇAS NEGLIGENCIADAS – As doenças negligenciadas são aquelas causadas por agentes infecciosos ou parasitas e consideradas endêmicas em populações de baixa renda. Doenças tropicais como a malária, a doença de Chagas, a doença do sono (tripanossomíase humana africana, THA), a leishmaniose visceral (LV), a filariose linfática, a dengue e a esquistossomose continuam sendo algumas das principais causas de morbidade e mortalidade em todo o mundo.

Na América Latina e no Caribe, estima-se que 46 milhões de crianças vivem em áreas de alto risco de infecção ou reinfecção com helmintos transmitidos pelo solo, enquanto cerca de 11 milhões de pessoas estão em risco de tracoma e 70,2 milhões estão em risco de doença de Chagas. Mais de 33 mil novos casos de hanseníase e 51 mil casos de leishmaniose cutânea são relatados nas Américas a cada ano.


Fontes: Solange Paiva, diretora executiva da NHR Brasil – fone: 85 99918 5754 / Adriana Reis, do capítulo da UAEM Brasil – fone: 85 9964 04558 e e-mail: drikluk@gmail.com

Posted in Notícias.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *